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As práticas integrativas, não se contrapõem e nem tão pouco se distanciam da medicina convencional. Pelo contrário, o ideal é que somem e se integrem. Em 2000 foi criado o conceito de Medicina Integrativa que está associado a uma mudança de paradigma: reorientando conceitos, formas de intervenção, modelo de atenção à saúde e abordagem do processo saúde-doença-cuidado. 

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Medicina Integrativa

Nas práticas integrativas paciente, médico e terapeuta são parceiros no processo de cuidado e "cura". Aqui as intervenções naturais e menos invasivas devem ser usadas sempre que possível tendo como ponto de partida os conceitos ampliados de cuidado e promoção de saúde. 

 

O nosso espaço promove tanto o atendimento no consultório, como domiciliar e hospitalar, considerando as seguintes práticas integrativas:   

 

  • Reiki
É uma técnica vibracional, não é físico, nem mental, nem espiritual, é energético não é um sistema religioso e não possui restrições, é uma prática segura e eficiente. É um processo de encontro  da energia universal (REI) com a nossa porção física (KI) que ocorre  através da canalização da energia (REI) por um terapeuta habilitado. Método natural de equilibrar e restaurar a saúde e proporcionar um estado de harmonia para quem recebe e atua conjuntamente com qualquer outra forma de terapia, incluindo medicamentos, quimioterapia, cirurgia, homeopatia, acupuntura, etc.
Trata tanto doenças crônicas e emocionais, quanto dores simples, como por exemplo, uma dor de cabeça, uma dor de garganta, torções, pequenos cortes, baixar uma febre. 
As crianças possuem uma  sensibilidade muito desenvolvida e estão habituados a prestar mais atenção ao que sentem e menos ao que pensam, assim o tratamento com o Reiki se mostra sempre muito proveitoso.
  • Terapias Externas Antroposóficas

As Terapias Externas Antroposóficas são formas terapêuticas para se aplicar substâncias naturais na pele (óleos, pomadas, emulsões), como compressas, envoltórios ou apenas toques especiais denominados deslizamentos rítmicos. Escalda-pés e banhos especiais também fazem parte dessas práticas. Estes procedimentos estimulam calor, relaxamento e ritmo, ajudando a despertar forças internas de cura. 

Estas práticas reduzem a irritabilidade e o estresse; modulam o ciclo sono-vigília; regulam o humor; diminuem processos dolorosos: tensões e dores musculares; estimulam a circulação sanguínea e linfática; equilibram o sistema imunológico; combatem a depressão. 

A terapia se completa com um repouso de 20 minutos, após as aplicações. Nesse tempo, o organismo incorpora os estímulos terapêuticos oferecidos através de um cuidado atento e amoroso do terapeuta em verdadeira atitude de reverência pelas dores de seu paciente e a humildade de liberar para o cosmo sabendo que a cura não está em suas mãos. 

Cuidados Paliativos e Cuidados de Fim de Vida

Cuidados paliativos e Cuidados de fim de vida não são sinônimos.

 

  • Cuidados paliativos devem ser aplicados ao paciente em um continuum, pari passu com outros tratamentos pertinentes ao seu caso, desde a definição de uma doença incurável e progressiva.

  • Cuidados ao fim da vida são uma parte importante dos cuidados paliativos, referindo-se à assistência que um paciente deve receber durante a última etapa de sua vida, a partir do momento em que se torna claro o seu estado de declínio progressivo e inexorável, aproximando-se da morte.

Reiki e Terapias Externas Antroposóficas são duas práticas integrativas de cuidado que podem compor com as equipes de Cuidados Paliativos  e de Cuidados de Fim de Vida.  Havendo interesse entre em contato para maiores esclarecimentos.